CPT 19 - Reforma Luterana II

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CPT 19 - Reforma Luterana II

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494 Anos da Reforma Luterana - IELB

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Os Kadafis tupiniquins

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  No artigo “A hora dos Kadafis” que saiu em fevereiro, disse que todos os ditadores caem e o fim deles segue na medida como lidaram com o povo. Lembrei dos nossos corruptos, que segundo a última Veja, a cada ano roubam dos cofres públicos brasileiros 85 bilhões de reais, dinheiro suficiente para resolver os principais problemas do país, como erradicar de vez a miséria, ou pagar 34 milhões de diárias de UTI nos melhores hospitais. Os Kadafis brasileiros não têm sentimento. Obrigam uma grávida de gêmeos a viajar 530 quilômetros e dar à luz em Novo Hamburgo por não encontrar uma vaga de UTI pelo SUS. Quantos morrem no Brasil por causa da corrupção? Devem ser muito mais gente que na Líbia. Mas a hora dos Kadafis sempre chega. E por mais que mereçam a ira dos rebeldes, devemos ter piedade deles em sua hora derradeira.
Uma história parecida é a do rei Acabe. Ele “acabou” morto numa batalha, com o sangue escorrendo para o fundo da carruagem e os cachorros lambendo. Diz o texto bíblico que “todas as outras coisas que o rei Acabe fez e também uma descrição do seu palácio enfeitado de marfim e todas as cidades que ele construiu, tudo isso está escrito na História dos Reis de Israel” (1 Reis 22.39). Está registrado como sinal de exemplo a fim de que todos saibam que é isto que acontece com qualquer governante cruel e corrupto. Aliás, a Bíblia não esconde estas histórias escandalosas, exatamente por aquilo que adverte o apóstolo: “Tudo isso aconteceu a fim de nos servir de exemplo, para nós não queremos coisas más como eles quiseram” (1 Corintios 10.6).
Interessante que nos livros bíblicos dos Reis, cada governo é julgado de acordo com a sua fidelidade, e o progresso da nação depende da conduta dele. Já o contrário disto faz o povo sofrer a desgraça. Não é por menos o conselho: “Orem pelos reis e por todos os outros que têm autoridade, para que possamos viver uma vida calma e pacífica com dedicação a Deus e respeito aos outros. Isso é bom, e Deus, o nosso Salvador, gosta disso” (1 Timóteo 2.2,3).

Marcos Schmidt
pastor luterano

CPT-18 - Reforma Luterana

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A chave do céu

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Dias atrás, numa entrevista com Otávio Mesquita no programa da Hebe Camargo, foi lhe perguntado: “Se você chegar lá em cima e Deus perguntar: - Por que você merece entrar”. A isto, respondeu: “Se tem uma coisa que eu não consigo guardar é rancor”. Não sei qual a fé deste apresentador de TV, mas não está baseada na Bíblia. Ela diz que ninguém merece entrar no céu. Sobre o rancor, Jesus mesmo explicou que só o fato de chamar alguém de idiota condena ao inferno (Mateus 5.21). E se alguém conseguir cumprir nove dos Dez Mandamentos, “é culpado de quebrar todos” (Tiago 2.10). É o apóstolo Paulo quem mais escreve sobre fé e obras nas suas treze epístolas, sobretudo na carta aos romanos quando diz que “ninguém é aceito por Deus por fazer o que a lei manda, porque a lei faz com que as pessoas saibam que são pecadoras” (3.20).

Surge então a pergunta: Como vou entrar no céu? A lei de Deus, igual a uma tomografia, revela o câncer maligno. Mas o Evangelho – que significa “boa notícia” – aponta para a quimioterapia: “Todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus. Mas, pela sua graça e sem exigir nada, Deus aceita todos por meio de Cristo Jesus” (Romanos 3.23,24). O monge Lutero descobriu isto num tempo quando a igreja vendia o perdão por dinheiro e sobrecarregava as pessoas com penitências para uma cadeira no céu. No dia 31 de outubro de 1517 ele usou a internet da época e colou 95 teses na porta do castelo de Wittenberg, para discutir o assunto mais importante da fé cristã.
Nesta semana em Porto Alegre foi dada a arrancada no Brasil para lembrar os 500 anos da Reforma Luterana. Nestes tempos de diálogo ecumênico, cabe às igrejas entregarem ao Otávio Mesquita a chave que abre o céu. Foi isto que Lutero tentou – sem a pretensão de criar outra igreja – sobretudo ao defender na tese 60: “Afirmamos com boa razão, sem temeridade ou leviandade, que estes tesouros são as chaves da Igreja, a ela dados pelo merecimento de Cristo”.
Mas, e as boas obras? Tiago responde: “A fé sem obras é morta”.
Marcos Schmidt
pastor luterano

500 anos da Reforma Luterana

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NOITE ARTÍSTICA NA CONCÓRDIA

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Tivemos na noite do dia 15 de outubro uma oportunidade fantâstica na nossa comunidade, a Noite Artística. O salão da Cel Concórdia estava lotado, tivemos a participação efetiva de todos os departamentos: a escola bíblica, a jucorim, a jucór, as servas e os leigos, o coral e o grupo musical, grupo do PEM e o grupo de dança litúrgica. Além disso tivemos a honra de receber o grupo de jovens da Igreja Luterana do Rio Grande/RS que nos brindou com a apresentação da peça: "Preta de Neve"! A noite foi maravilhosa, fomos brindados com lindas mensagens cristãs e muita alegria reinou. Que a paz de Cristo continue reinando entre nós. Abaixo você poderá ver alguns momentos desta noite.Soli Deo Gloria.














 








Dia das CRIANÇAS

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 O dia das Crianças foi muito abençoado em todos os sentidos. Tivemos um grande número de crianças participando; todos puderam participar do culto especial infantil; brincaram muuito, além de fazerem novas amizades. O Senhor Jesus esteve abençoando este dia desde o princípio. Aos que se dedicaram para que este dia fosse tão rico, a Cel Concórdia quer dar um enorme agradecimento de coração: às servas que não mediram esforços para que o almoço e os lanches ficassem deliciosos; às professores da Escola Bíblica que incansavelmente dedicaram seu tempo e dons para que tudo ficasse lindo; aos pais e mães que enviaram ou trouxeram seus filhos. Deus irá recompensar a todos da forma mais apropriada. Preparem-se para o próximo que será no ano que vem. Soli Deo Gloria!





 





 


  


  




 Soli Deo Gloria!

 

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