CPT32 - FIM DO MUNDO

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Além das tradições

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A Guerra dos Farrapos deveria evocar outros valores além das tradições gaúchas. Ela ceifou a vida de 50 mil pessoas e semeou aflição e tristeza. A maioria nem sabe que boa parte da sociedade rio-grandense ficou ao lado do Império, entre eles os imigrantes alemães, os comerciantes portugueses, a classe média urbana, parte dos charqueadores e a própria cidade de Porto Alegre. É de se perguntar: se a revolução fosse hoje, com quem nós, gaúchos, ficaríamos? Com o revolucionário Bento Gonçalves ou com o governador imperialista Fernandes Braga? É fácil hoje estufar o peito e cantar que “não basta pra ser livre ser forte, aguerrido e bravo”. Mas, e na hora do “vamos ver”? As armas hoje, felizmente, são as ordens democráticas no meio de outras guerras que continuam tirando a vida de tanta gente e que obrigam em decisões corajosas. A maior delas é contra a corrupção ética, política e moral.

No início do cristianismo muitos também sofreram por seguirem uma posição. Milhares de cristãos perderam a vida pelo simples fato de professar a fé em Jesus Cristo. Tornaram-se mártires. “Mártir” vem de uma palavra grega que literalmente significa testemunhar. Devido o testemunho cristão sempre resultar em perseguição e morte pelo império romano, o termo assumiu este significado – morrer por uma causa. Em alguns países hoje muitos ainda morrem por serem cristãos, o que graças a Deus não é o nosso caso. Mas isto não livra os cristãos das dificuldades, da cruz, do martírio. Por isto, igual às evocações farroupilhas quando se estufa o peito e cantam-se hinos que falam de lutas e vitórias por Cristo, há igual disposição pelo sacrifício pessoal? “Peço que vocês se ofereçam completamente a Deus em sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a ele” (Rm 12.1), convida o apóstolo. Evidentemente que isto requer as armas que Deus oferece (Efésios 6.13) num empenho que vai além de versos e tradições.

Marcos Schmidt
pastor luterano

CARRO NOVO

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 É com muita alegria que compartilhamos a aquisição do novo carro da Paróquia Concórdia. Estamos tendo grandes satisfações por aqui. Além dos cultos maravilhosos, os encontros sempre alegres dos departamentos, as confraternizações, a amizade, a reforma do nosso templo e agora pudemos, com a graça de Deus e a generosidade dos "concordianos", trocar nosso carro já bastante surrado, por um novinho em folha. Este será bem usado no trabalho de levar Cristo para Todos. Obrigado Senhor! Amém!!!?













Tava 05 km!

Quem manda nessa favela?

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“Quem manda nessa favela somos nós.” Foi exatamente isso que queriam dizer os traficantes da favela da Chatuba no Rio de Janeiro ao executar seis jovens pelo simples fato de morarem em uma favela vizinha.


Não é diferente com os atentados terroristas, como também não é diferente da violência dentro dos lares, ou ao apelo pela aprovação do aborto. Tudo gira em torno do: “quem manda aqui sou eu!”

Na Bíblia lemos que Pilatos mandou matar alguns galileus que estavam no templo. A chacina foi tão violenta que o sangue dos galileus se misturou com o sangue dos sacrifícios (Lc 13.1).

Pilatos, assim como os traficantes, quis mostrar força, porém revelou fraqueza. Afinal, quando falta argumento o jeito é gritar. Quando falta domínio natural, apela-se a violência.

Cada um de nós é um pouco de Pilatos. Cada um gosta de se fazer deusinho de algum lugar.

Os discípulos de Jesus, seguindo a natureza pecaminosa presente em todo ser humano, igualmente queriam marcar território. Cada um queria ser mais importante do que outro. Porém Jesus os ensinou que nem mesmo Ele veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em favor dos outros (Mc 10.45).

Diante de Pilatos, Jesus afirmou que seu Reino não é desse mundo (Jo 18.36). Enquanto autoridades e facções buscam poder e exigem que outros se curvem, Cristo lava os pés dos discípulos em humildade (Jo 13) e ensina a oferecer a outra face. Ensina que é ignorante o caminho daquele que quer ganhar e dominar as coisas – pois de que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? (Mc 8.36).

Por último, para vencer as forças do mal, Jesus não convoca um exército de anjos dispostos a uma chacina, mas antes, oferece seu próprio sangue, sofrendo sobre si a condenação pelos pecados do mundo inteiro – inclusive os pecados de violência. Ele ressuscitou e quer conceder vida em abundância a todos os que nele creem, reconhecendo que há um único Deus e Senhor de tudo e de todos.

Pastor Ismar L. Pinz

Vídeos enviados (lista de reprodução)

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Encontro de Integração

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A Jucór participou no domingo passado (02/09) do encontro de Integração promovido pelo Dijessul. O encontro foi muito abençoado, divertido e com muita gente tendo oportunidade de crescimento, de fazer novas amizades e aprendizagem. Mais de 200 jovens participaram. Foi incrível.

 

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